Nossa história
Tecnologia que serve pessoas, não o contrário
A Pitanga nasceu da percepção de que a inteligência artificial local pode ser acessível e útil para pequenas empresas — desde que seja apresentada com paciência e clareza.
← Voltar à página inicialQuem somos
A Pitanga e o que nos move
A Pitanga surgiu em Maceió com um propósito específico: tornar a inteligência artificial local algo concreto e manejável para pequenas empresas do Nordeste. Não como uma promessa de transformação radical, mas como uma ferramenta — modesta, discreta — que pode poupar tempo e reduzir esforço em tarefas que sua equipe já realiza todo dia.
Trabalhamos com o hardware NVIDIA CUDA e as novas unidades de processamento NPU porque elas permitem que a IA opere localmente, no equipamento do próprio cliente. Isso significa que dados sensíveis do negócio não precisam transitar por servidores externos ou serviços na nuvem — uma consideração importante para qualquer empresa que lida com informações de clientes, fornecedores ou processos internos.
Ao longo dos nossos projetos, aprendemos que o ritmo certo varia de empresa para empresa. Por isso, não chegamos com um roteiro pronto. Começamos ouvindo — entendendo as rotinas, os pontos de atrito e o nível de conforto da equipe com tecnologia — e só então desenhamos um caminho junto com o cliente.
3
serviços disponíveis, de R$ 700 a R$ 3.520
100%
dos dados permanecem no equipamento do cliente
AL
baseados em Maceió, Alagoas — atendimento presencial disponível
Sem
cronogramas impostos — o ritmo é decidido com você
Equipe
As pessoas por trás da Pitanga
Carlos Ribeiro
Fundador e Consultor de IA
Trabalha com hardware NVIDIA há mais de oito anos e acredita que tecnologia bem aplicada começa por entender o negócio antes do equipamento.
Fernanda Mota
Especialista em Implantação
Acompanha equipes durante a adaptação às novas ferramentas, com foco em clareza e na redução de qualquer atrito no dia a dia do trabalho.
Lucas Souza
Engenheiro de Sistemas CUDA
Responsável pela configuração técnica dos modelos de IA no hardware local, garantindo que o processamento seja estável e adequado ao uso prático do cliente.
Como trabalhamos
Padrões que guiam cada projeto
Privacidade por design
A configuração de cada solução começa pela premissa de que os dados do cliente ficam no próprio equipamento. Não integramos serviços externos sem consentimento explícito.
Documentação clara
Cada etapa do projeto é documentada em linguagem acessível. O cliente recebe registros do que foi configurado, por quê, e como manter ou ajustar depois.
Transferência de conhecimento
Não criamos dependência. Ao terminar um projeto, a equipe do cliente entende o suficiente para operar e avaliar o que foi entregue de forma autônoma.
Honestidade sobre limitações
Se o hardware atual não comporta determinada tarefa, dizemos isso com antecedência. Não vendemos o que não vai funcionar — preferimos apontar o caminho mais realista.
Conformidade com a LGPD
Todos os projetos são conduzidos respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados. Quando coletamos ou processamos informações, isso é feito com base legal adequada e de forma transparente.
Suporte real após entrega
O trabalho não termina quando entregamos a configuração. Ficamos disponíveis para dúvidas, ajustes e acompanhamento durante o período de suporte combinado.
Nossos valores
O que orienta as decisões da Pitanga
A Pitanga trabalha com integração de IA local porque acredita que o processamento feito no próprio equipamento da empresa — usando o hardware NVIDIA CUDA e os novos NPUs — oferece algo que a maioria dos serviços de nuvem não consegue: controle real sobre os dados do negócio. Para uma pequena empresa em Maceió que lida com informações de clientes e operações internas, esse controle tem valor prático e legal.
Nosso foco está em tarefas que já existem na rotina da empresa. Não inventamos casos de uso abstratos — mapeamos o que sua equipe já faz, identificamos onde uma ferramenta de IA local poderia reduzir retrabalho ou acelerar processos, e configuramos isso de forma discreta e estável. O objetivo é que a ferramenta seja útil sem exigir atenção constante ou mudanças drásticas no modo de trabalho.
Valorizamos a transparência sobre o que a tecnologia pode e o que ela não pode fazer. A inteligência artificial local ainda tem limitações reais — de hardware, de escopo, de complexidade de tarefas. Parte do nosso trabalho é apresentar essas limitações com honestidade, para que o cliente tome decisões bem informadas. Acreditamos que uma expectativa calibrada corretamente é o ponto de partida para qualquer projeto que funcione de verdade.
Por fim, entendemos que adotar qualquer tecnologia nova envolve uma curva de adaptação — para o dono, para os funcionários, para os processos. Por isso, a Pitanga não entrega e vai embora. Ficamos presentes enquanto a equipe precisa de acompanhamento, respondemos dúvidas que surgem na prática e ajustamos configurações conforme o uso real vai mostrando onde melhorar.
Quer conhecer melhor o nosso trabalho?
Uma conversa inicial não compromete nada — serve apenas para entendermos se faz sentido seguir juntos.
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